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Texto da entrada (ID.519)

O pão, depois de cozido, é um transmissor de microbios?

É o que se tem ultimamente, na França, na Allemanha, e n’outros paizes, procurado averiguar. E, infelizmente, as respostas são affirmativas por toda a parte. O pão pode transmittir o microbio da tisica, e o microbio da febre typhoide. Transmitte-se tanto mais quanto maior é. Quanto maior, mais mal cozido, em regra. Ora o microbio da tisica e o da febre typhoide morrem a uma alta temperatura.

Mas o interior dos pães grandes, dos pães de dois kilos por exemplo, nem sempre attinge essa alta temperatura. E então sobrevivem no interior d’esses pães os dois microbios; introduzidos na massa ou pelas aguas impuras ou por amassadores affectados da doença, ou pelas poeiras, etc.

Convem que as aguas com se amassa o pão sejam puras, e que o pão seja muito bem cozido.

O pão “muito bem cozido”, é por todos os motivos mais hygienico. Não falta, porém, gentinha que o prefere “mal cozido”.


Referência bibliográfica

[n.d.] - "Cozedura do pão" in Diário dos Açores de 4 de Janeiro de 1910, nº. 5563, p. 2 (col. 4). Disponível em linha em http://bd-divulgacaocientificaemjornais.ciuhct.org/entrada.php?id=519.



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